Gosto pela leitura. Você já tomou?

Você já parou para pensar no universo de possibilidades que a leitura proporciona? Leitura NÃO pode ser vista apenas como “juntar as letrinhas” e pronto. Ela vai muito além da superfície dos olhos, pois perpassa conceitos, nos liberta da ignorância, amplia a leitura de mundo, desenvolve o senso crítico, aperfeiçoa a capacidade cognitiva, a criatividade e dá asas ao imaginário, sem limites de tempo e espaço. Quantas vezes nos tornamos próximos dos personagens, torcemos e aguardamos ansiosos pelo “Felizes para sempre”?

Não podemos conceber a leitura como uma atividade passiva ou punitiva, seja ela qual for. Parte-me o coração quando ouço alguns pais querendo castigar seus filhos com leitura, ou quando professores mandam alunos à biblioteca, também como forma de puni-los por algo de errado que fizeram. É preciso ensinar nossas crianças que a biblioteca é como se fosse um parque de livros, com uma infinidade de histórias, personagens, lugares e páginas que querem ser abertos e descobertos. Depende de nós, adultos, fazermos essa abordagem. Há tanto material lúdico a ser apresentado: fábulas, poesias, parlendas (versinhos com temática infantil), revistinhas em quadrinho com todas as suas onomatopeias, livros de pano, de plástico e os livros tradicionais, que também são uma delícia de lê-los.

Antes mesmo de sermos alfabetizados, já temos nossas leituras de mundo. O gosto pela leitura não deve ser imposto, mas despertado, incentivado. Como? É quando os pais contam histórias antes das crianças dormirem, é numa roda de leitura com professores e colegas, é numa deliciosa contação de histórias, é numa visita divertida à biblioteca, é deixar a criança escolher o livro a ser abordado e, por último, e não menos importante: crianças seguem exemplos. Elas já presenciaram o adulto, que têm como referência, lendo?

Por livrolandiacontagem

Mineira de Belo Horizonte, a jornalista e escritora Paula Emmanuella Fernandes sempre procurou agregar suas atividades e conhecimentos em ações transformadoras da realidade social. A antiga paixão pelas artes cênicas foi concretizada com a formação no Canadá e, no Brasil, em trabalhos de monitoria com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social.

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