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Biblioteca Solidária

Começo este texto parafraseando Cervantes em uma de suas frases mais populares e clichês: “Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade.”

A ideia inicial era fazer, anonimamente, a Biblioteca Solidária. Mas eu não tinha livros suficientes e que interessassem públicos diversos. Precisava de apoiadores. E eles foram chegando. A primeira foi minha gerente, a @josiane_ciolette (da Coletiva), que já foi me indicando pessoas que poderiam nos ajudar, como o marceneiro Roney que, com meu “rascunho”, fez a casinha que eu “desenhei”. Em seguida, meu grande amigo @mauriliobetonico (Digital Press), que fez a arte do jeitinho que eu sonhava (crianças voando num livro). Depois, o Júlio (da JM Editora- @jmeditora ) que plotou voluntariamente, e vários amigos que doaram livros (como são muitos, não dá para citar nome, mas um agradecimento especial aos colegas da Coletiva e à prima @cassiajfo ).

Apesar de não ser nada inédito, estou muito feliz em ver a biblioteca prontinha para que as pessoas possam usufrui-la e ler à vontade

Como a campanha começou na Coletiva, a primeira rua a ser contemplada será na porta da empresa (na rua Via Láctea- Jardim Riacho- Contagem), a partir de segunda- feira (29/07). Mas depois, iremos para a comunidade, se Deus quiser! (Podem dar sugestões de lugares que tenham marquises para colocarmos a biblioteca, ok?)
Por se tratar de um trabalho que contou com a ajuda de muitos voluntários, eu me vejo no dever de dar satisfação e mostrar o passo a passo de tudo que estamos realizando. Mais uma vez, muito obrigada, do fundo do meu coração.

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Autora Paula Emmanuella recebe homenagem na Câmara Municipal de Contagem por seu livro Turminha Adownrável

A Câmara de Contagem abre as portas para todo tipo de manifestação cultural.

E o “Cultura na Câmara” de março será espaço de literatura! Venha conferir o lançamento do livro infantil: “Turminha Adownrável “, de Paula Emmanuella Fernandes.

#CamaraDeContagem #CasaDoPovo #LevandoASerio #Cultura #Arte #CulturanaCamara #Literatura #Inclusão
lancamento-turminha-adownravel

Encontro com Antonio Fagundes

Se tem uma coisa que gosto nesta vida é prestigiar lançamentos de livros. Além de ter vício por leitura, gosto de conhecer o escritor e, neste caso, o homenageado. Como estudiosa de teatro, ou melhor, ex estudiosa, sempre admirei o trabalho do Antonio Fagundes.
Ele era aquele ator que eu sonhava em contracenar. Em 2018, eu vi o Felipe, de O Dono do Mundo; o repaula-e-antonio-fagundesspeitado coronel Zé Inocêncio de Renascer; o advogado Otávio Jordão de A Viagem; o fazendeiro Bruno Mezzenga de O Rei do Gado e tantos grandes personagens emblemáticos e inesquecíveis.
Fagundes estava com meu livro #AMagiadoTeatro nas mãos. Isso me emocionou, de verdade.
Que tenhamos uma sociedade com mais teatro, mais livros e mais Antonios. Não mais Fagundes, porque esse é único.

Você está disfarçada!!!


Essa é a foto que mais gosto de mim. Não especificamente do meu rosto, mas da espontaneidade. Essa foto foi tirada em 05/ 07/ 2018, dia do lançamento do livro : “Aprendendo sobre honestidade com Lili”
Para quem não sabe, menos de 24 horas antes do lançamento, fui vítima de assalto a mão armada. (Graças a Deus não aconteceu nada sério, foi só uma coronhada, o que resultou num galo e machucados no rosto). Machucada e com olheiras, vcs podem imaginar a “belezura” que eu estava. Rsrs

A minha amiga, que me maquiou, não passou maquiagem, me rebocou mesmo. Rsrs Mas a energia de criança é algo de outro mundo. E se passou pela minha cabeça em.desistir do lançamento, eu lembrava da experiência incrível que eu teria com as crianças, além da responsabilidade de ter dado a minha palavra.

No momento de autografar os livros, para ser mais exato, nessa foto, uma garotinha me perguntou baixinho, ou melhor, afirmou: -EU sei que vc está disfarçada de Paula. Vc é a Branca de Neve. 🤣🤣🤣. Achei engraçadinho demais e coloquei a mão na boca.

Querem saber o que respondi para ela, né? … E eu sou doida de tirar a fantasia da criança? Tampouco, menti. Voltei a pergunta para ela. “O que vc acha”? E mais desconfiada, ela ficou. 
Como tinham outras crianças para atender, dei uma piscadinha e pensei: ” Como é bom ser do mundinho delas, por pelo menos alguns segundos”